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Escolher a vida, significa uma opção, não apenas um impulso instintivo de preservação! É decidir pela globalidade e complexidade, abraçando tudo o que existe. É compreender que o OUTRO é indispensável. No ano passado, os meios de comunicação apresentaram notícias de situações dramáticas: "Mãe joga bebê na lagoa", "Namorado de mãe arremessa criança de um ano do segundo andar", "Mãe queima três filhos com colher quente". Apesar do individualismo e da violência presentes na sociedade atual, devemos optar pela vida! Essa frase é significativa e se opõe fortemente contra a mentalidade dominante que pretende legalizar, além do aborto, a pena de morte e a eutanásia. Infelizmente, criam-se leis e ideologias que fingem defender a vida. À criança que nasce carente, a desigualdade social não permite que ela cresça e se desenvolva com dignidade, tendo casa, saneamento, assistência médica, escola ou emprego! Devemos aproveitar a campanha da fraternidade deste ano e escolher a vida! Escolher o caminho da solidariedade e da justiça. Devemos nos conscientizar que, quando o "outro" vive, nós também vivemos; no entanto, se ele não tiver direito à vida, nós também estaremos morrendo um pouco. Adaptado por Nilmar Rogério Mietto do texto de Frei Vasco Croccoli, revista "O Mensageiro de Santo Antônio", ano L, num. 10
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