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É uma caminhada de irmãos, das mais diversas famílias, que nunca está pronta. São amigos que se encontram para ouvir os outros. As Igrejas Cristãs têm papel fundamental em ser vínculo dessa comunhão e, se quisermos ser sinal da aliança de Deus com os homens, precisamos manter aceso o sinal do amor incondicional, o único caminho que nos leva à plenitude da aliança, à salvação por meio de Jesus Cristo. Se olharmos na nossa família biológica de vários irmãos, embora filhos do mesmo pai e da mesma mãe, temos gostos e gestos diferentes, porém continuamos membros da mesma família (fonte). Na religião também não somos assim? No Antigo Testamento (A.T.) embora as 12 tribos vivessem separadas, com hábitos diferentes, caminhavam na mesma direção, professavam a mesma fé em Javé. Para você ser ecumênico, precisa amar muito a sua Igreja. Somente quando me amo sou capaz de amar o outro, sem deixar de ser eu mesmo. Não somos, no Novo Testamento o povo da nova aliança, que brota do sacrifício de Jesus pela humanidade? Somos selados nesta aliança pelo batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Será que os 12 discípulos originalmente escolhidos por Jesus eram iguais? Eram certamente muito diferentes. Porém, tinham o mesmo objetivo: o anúncio da boa nova. Que cada um de nós, cada religião cristã comece a exercitar em seu meio, o respeito, a honra e a dignidade em relação aos outros membros da mesma família que tem o mesmo pai. Oremos sempre com muito amor, pelos (as) irmãos (as) das outras Igrejas. “Que cerremos fileiras, juntos. Como um só homem, para fazer frente aos desafios de ser sal da terra e luz do mundo” (1Sm11. 7). “Até que, com a volta do Senhor, sejamos um só rebanho com um só pastor” (Mt. 5. 13-14). Sebastião Alves Araújo Dimensão Sócio-Transformadora
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